A nova direita divide fóruns, redes sociais e blogs, onde os simpatizantes trocam ideias, discutem seus pontos de vista e arregimentam novos seguidores:
— Nossa lista de discussão reúne conservadores religiosos, simpatizantes do monarquismo parlamentarista, nacionalistas e principalmente liberais — diz Marcelo Mota, moderador do grupo Cons (Conservadores) na internet.
Entusiasta da nova direita, Mota é integrante da Juventude do Democratas em Minas Gerais, mas diz que compreende a tentativa de criar outras legendas:
— O DEM tem receio de assumir um posicionamento liberal e fica refém do discurso das lideranças, que não querem ir contra o discurso da esquerda e da centro-esquerda. Um dos poucos a ir contra essa tendência é o Demóstenes (Demóstenes Torres, senador pelo DEM-GO). Por isso, é normal que se procure constituir novos partidos.
Entre as legendas da “nova direita”, a legenda que está há mais tempo na estrada é o Federalista.
— Estamos desde 1999 nessa busca pela oficialização — diz o presidente da legenda, o empresário Thomas Korontai, de Curitiba.
Além de liberais na economia, os federalistas têm como principal bandeira a descentralização administrativa.
— Brasília é irreal. Não faz sentido os estados e municípios produzirem a riqueza para que Brasília faça a divisão e aí voltem migalhas. Defendemos federações com poder de decisão — explica Korontai.
Leia a íntegra no site do jornal O Globo.






